Ivã admite renuncia antes de ser condenado pelos sócios

Grupo de oposição Vitória Século 21 trabalha para a realização de novas eleições diretas para a eleição de novo presidente


Tribuna da Bahia, Salvador
21/11/2017 10:12 | Atualizado há 14 horas e 34 minutos

   
Foto: Reprodução/Metro 1

Presidente licenciado do Vitória, Ivã de Almeida não reassume o cargo do Conselho Diretor. Isso já é tido como certo entre os Rubro-negros. O que está em “jogo” no momento é a forma de como o dirigente eleito vai deixar o cargo, por iniciativa própria, ou afastado por “Gestão Temerária” na reunião da AGE – Assembleia Geral do sócio-torcedores, a primeira no próximo sábado, pela manhã, dia 25, no Complexo da Toca do Leão.

Mas independente da decisão a ser tomada pelo próprio Ivã de Almeida com relação ao seu futuro, a reunião da AGE de sábado está confirmadíssima. A Assembleia Geral vai ouvir os sócios sobre o pedido de um grupo de 11 conselheiros que apontam irregularidades na gestão. O documento, na qual pedem explicações e punição ao presidente eleito, tem uma série de denúncias, dentre elas, a contratação da empresa Futebol Card, que é responsável pelo gerenciamento de ingressos e do programa de sócios da agremiação, sem licitação, reforçando a denúncia de “Gestão Temerária”.

Esta reunião da AGE do Vitória deve instaurar um inquérito que dará um prazo de oito dias para a defesa de Ivã de Almeida, antes da segunda reunião da AGE, dia 4 de dezembro, na Toca. A expectativa é de que Ivã, que está de licença, a segunda consecutiva, até o mês de janeiro, ao invés de apresentar defesa, apresente sua renúncia ao cargo. Neste caso, o presidente do Conselho Deliberativo terá o prazo de dois dias para publicar Edital convocando a Assembleia geral para novas eleições presidenciais do Vitória, que deve acontecer ainda no mês de dezembro, com eleição e posse, imediata, do novo presidente.


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