Colo-Colo deixa Ilhéus sem time de futebol profissional

Em processo de extinção, o time do Colo-Colo não tem previsão de quando volta a jogar para sua torcida no Estádio Mário Pessoa


Tribuna da Bahia, Salvador
13/12/2017 09:59 | Atualizado há 13 minutos

   
Foto: Divulgação/Jornal do Radialista

Depois de tanto sucesso e alegria, campeão baiano da 1ª Divisão de 2006, lamentavelmente o Tigrão, como é conhecido o Colo-Colo da Cidade de Ilhéus, no Sul do Estado, vive um momento triste, a caminho da extinção, fora do futebol, como já aconteceu com o Camaçari, o Galícia, Ypiranga, deixando mais pobre o moribundo triste e feudal futebol da Bahia.  Um time sem gestão, sem projeto e sem nenhuma expectativa e perspectiva de futuro, fora da disputa da 2ª Divisãso baiana em 2018.. 

O Colo-Colo é hoje um time que sequer tem jogos de camisas. Uma equipe que chegou ao fracasso por falta de profissionalismo. Um time insolvente e suas dividas ultrapassam meio milhão de reais. A situação do time é tão feia que até os troféus se encontram escondidos para que a Justiça trabalhista não faça a penhora, inclusive a taça de campeão de 2006. Seus funcionários estão com seis meses de salários atrasados.

O clube não tem sequer um imóvel ou mesmo um bem material. A administração do clube vive de favor há décadas num coió no Mário Pessoa. A situação do Colo Colo é desesperadora. Um time que não tem unidade entre os seus próprios diretores, inclusive o vice-presidente rompeu com o atual presidente alegando mazelas.  Por sua vez, o presidente acusa o vice de irresponsável e omisso nas situações difíceis. Parte da imprensa pede a renuncia do atual presidente; as torcidas organizadas afirmam que enquanto permanecer o Sr. Raimundo Borges na presidência, não irão ao estádio. O Colo Colo vive uma desgraça só. Com textos do Jornal do Radialista.

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