Valdemir Santana - Edição do dia 12/4

Kawai, de Salvador, tem drinque hollywoodiano em prêmio internacional


Tribuna da Bahia, Salvador
12/04/2018 09:34 | Atualizado há 8 dias, 7 horas e 57 minutos

   
Foto: Reprodução

Espaço novo na cidade, o “Kawai Poke Bar”, do Rio Vermelho, faz bonito na cena internacional como único bar do estado a disputar o exclusivo “Chivas Masters”. É a competição global, ligada à icônica marca de whisky “Chivas Regal”  que seleciona os melhores bartenders do mundo para a sua linha de frente no Reino Unido. O que tem de especial na estréia de Salvador na prova é que Rodrigo Damaceno (foto), o representante do “Kawai Poke Bar” é pioneiro na Bahia em servir os lendários coquetéis tiki, criados na Califórnia.

É uma linha de drinques que foi lançada em Hollywood, em 1930, no final da chamada lei seca americana e que fez a delicia dos anos de ouro e do pós guerra. O que tanto encantou as estrelas e faz sucesso até hoje, é a receita inspirada na Polinésia. Tudo aconteceu no icônico “Don The Beachcomber”. Quanto à coquetelaria Tiki do “Kawai Poke Bar”, vale saber que a partir de terça feira, dia 17, as criações que Rodrigo Damaceno leva para o concurso, está na carta de drinque do espaço, freqüentado por uma tribo chique e muitocool.   

“Amsterdam Sauer“ recria mito de esmeralda baiana na “SP Arte”

Uma história singular da alta joalharia brasileira, que começou há cinqüenta anos na Bahia, é resgatada agora com charme pela icônica marca “Amsterdam Sauer”, na gigante feira internacional “SP-Arte”, de São Paulo. O evento começa hoje, no prédio da Bienal, no Parque Ibirapuera, mas foi ontem, na noite para convidados, a apresentação da apoteose de ametistas, topázios imperiais, e principalmente esmeraldas da coleção “Mandacaru” que homenageia o Nordeste. 

A “Amsterdam Sauer” que tem como creative director a herdeira Stephanie Schultz-Wenk é considerada a maior certificadora de esmeraldas brasileiras e colombianas de toda a América do Sul. É justamente a esmeralda que inicia a historia da gigante da alta joalharia com a Bahia. Em 1963 o francês Jules Sauer interrompeu as férias com a família na Bahia para ir verificar umas histórias sobre pedras verdes, perto do Rio São Francisco.

Jules foi até lá e certificou a maior descoberta de esmeraldas da época. Há ainda o fato da “Amsterdam Sauer” ter batizado de Martha Rocha a maior esmeralda já encontrada no Brasil. Tudo isso serviu de um link forte entre a Bahia, a “Amsterdam Sauer” e a coleção “Sertão” mostrada ontem na SP Arte, uma das maiores feiras de negócios da cena artsy mundial.  . 

Glória baiana na culinária de SP, sem azeite nem coco  

A restauratrice Ina Abreu é baiana de Salvador, de uma família coalhada de artistas de vanguarda, incluindo a mãe dela, Sizininha Simões de Abreu, pioneira do moderno design de interiores, mas em vez de imitar os parentes, prefere cozinhar e faz sucesso em São Paulo, com o badalado restaurante “Mestiço”, sem depender tanto do azeite de dendê. 

A fama do “Mestiço” com suas tribos totalmente cools, e comida tailandesa, todo mundo já conhece bem. Mas o curioso agora é que aparece no topo do ranking da nova febre de comida oriental, como o local mais caro para se comer o “Pad Thai”. É o prato de macarrão frito, desenvolvido no pós guerra e considerado o orgulho nacional da culinária tailandesa que virou sensação em São Paulo. 

Segundo a edição paulistana da “Veja’, que estampou ontem uma foto tentadora do “Pad Thai de frango”, do “Mestiço”, o preço fica em R$69. Nos outros locais selecionados, como o “Mercearia do Conde”, o “Nanga” e o “Thai Chef’, os preços estão abaixo. Mas vale avisar que o foco da matéria não foi o preço. O valor ficou por conta do prestigio do “Mestiço.

Ciganos chiques adotam o rio Vermelho

Os ciganos parecem ter vindo para ficar, no Rio Vermelho. Contraria uma lenda romani que fala numa profecia sobre a vida errante. Seria uma forma de conquistar o mundo, ao contrario dos outros povos, que vivem num só lugar. Mas independente da profecia os ciganos se reúnem hoje, à tarde, mais uma vez para a agenda mensal da “Casa Guió”, da Rua Odilon Santos. Na pauta, a quiromancia.

Pré-histórico acadêmico, o trote sobrevive na “UFBA”

Parece difícil de acreditar, mas o estudante baiano ainda mantém o trote para receber os novatos na universidade. O rito de passagem considerado over e desnecessário acontece em nova versão na terça, dia 17, na “Praça das Artes” da “Universidade Federal da Bahia”. A mesma universidade onde se fez passeata para repudiar a criação de um curso de Dança em nível superior, agora promove a “Festa de Cores’ com guerra de balões.

Top de casa também faz estilo

Nova York, Londres e Milão receberam a baiana Marina Nery de braços abertos quando a morena de jeito riposo e cabelos cheios de encantos deixou o Brasil para brilhar em grifes poderosas, como a “Prada”. Retornou a Bahia numa experiência sem tão grande sucesso assim, para atuar como atriz na novela “Velho Chico”. Surpresa mesmo é Marina Nery em produção baiana,como a da semana passada, para a marca “Costa Troppical" criada há três anos, no elegante Caminho das Arvores, pela dupla Thais Lima e Cinho Santoro.

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