Valdemir Santana - Edição do dia 16/4

Ana Botafogo retorna à Bahia para a singular dança do cinema


Tribuna da Bahia, Salvador
16/04/2018 08:31 | Atualizado há 4 dias, 8 horas e 54 minutos

   
Foto: Reprodução

Principal talento da dança clássica brasileira, a carioca Ana Botafogo está de volta ao Sul da Bahia para espetáculo que deve ganhar destaque na agenda brasileira. É a convidada para a segunda edição do “Dança Brasil”, em setembro, no fabuloso “Teatro L’Occitane”, ou “Teatro Trancoso”, como está sendo chamado o arrojado espaço de eventos construído pelo luxemburguês François Valentiny sobre as areias do cânion de Trancoso, a 800 quilômetros da Capital.

Desta vez o evento, promovido pela ”Academia de Dança Dionée Alencar”, promete ser singular na agenda da dança de todo o país, pelo tema “Dança no Cinema”, um marco da cultura ocidental no século vinte. Quanto a Ana Botafogo, primeira bailarina do “Theatro Municipal do Rio de Janeiro”, vale lembrar a passagem triunfal dela pelo trade de balé de Paris, Marselha e Londres, onde aprimorou a técnica e esbanjou talento.

Festa baiana no bar paulistano do PIB jovem e bem vestido

Empresário que se tornou referencia na ala jovem do show business brasileiro, Luis Eduardo Magalhães Filho, o Duquinho, sabe muito bem como escolher uma festa para ele próprio comemorar o aniversario. Foi pequena, mas no arrojado e bem freqüentado “Nakka”, o japa cosmopolita de São Paulo, freqüentado pelas tribos mais bem arrumadas da cidade mais rica do país. Na comemoração a irmã dele, a modelo e blogger Carol Magalhães e o sobrinho Luis Eduardo Magalhães Guinle, o Dudu Guinle. 

Quanto a este papo de referencia no show business vale lembrar que Duquinho Magalhães trocou a militância política que poderia ter herdado do avô, Antonio Carlos Magalhães que morreu em 2008 como mito da política brasileira, por uma atividade revolucionaria na reinvenção do carnaval, com festas e camarote chique, de padrões internacionais.

Contra foto não há argumento, expo de Krajcberg está em SP

A primeira exposição de trabalhos de Frans Krajcberg, após a morte do artista de origem polonesa que morava no sul da Bahia, foi inaugurada no inicio do mês pela “Galeria De Arte Paulo Kuczynski” em São Paulo, mas nem toda mídia esta informada. A coluna publicou com exclusividade na nota “Tesouros de Krasjcberg na cena artsy paulistana” da edição do dia 11. Vale agora publicar mais foto, para não ficar duvida sobre o sucesso da mostra que inclui trabalhos inéditos. 

Entusiasta da arte, Ana Paula Dario Pato postou foto no final da semana nas redes sociais ao lado de “Sombras Vermelhas” uma das telas mais instigantes da mostra que fica até o final do mês de maio. Interessante que a iniciativa da “Galeria De Arte Paulo Kuczynski” desencadeou uma verdadeira febre de Krajcberg na cena artsy de São Paulo e muitos outros espaços correm atrás. 

Príncipe Joãozinho e Heitor Reis na pompa paulistana

Quem estava ao lado do príncipe Dom João Henrique de Orleans e Bragança, no momento de pompa em que o trineto da princesa Isabel de Bragança recebeu o titulo de cidadão paulistano, foi o museólogo baiano Heitor de Araujo Góis Reis, ex-diretor do “Museu de Arte Moderna da Bahia”. Os dois são compadres, pois o príncipe batizou Marcelinho Tourinho Reis, filho de Heitor e da produtora Mag Tourinho Reis. 

Além de serem compadres, há uma afinidade enorme na cena artsy. Heitor é o gestor do internacional “BGA Investimentos”, o único fundo de investimentos em arte do pais e o príncipe Joãozinho de Bragança é um respeitado fotografo ambientalista, autor de ensaios singulares sobre os índios e as selvas brasileiras. Puxou ao imperador D. Pedro que foi um pioneiro da fotografia mundial de arte.

Apesar da sintonia cultural com o ultimo imperador, quando recebeu o titulo oferecido pelo vereador David Soares, o príncipe Joãozinho preferiu destacar o interesse que D. Pedro I sempre teve por São Paulo. Quando se fala na origem de Dom Joãozinho vale lembrar que a mãe dele, a princesa egípcia Fátima Scherifa Chirine foi casada com o Príncipe d e Alexandria e era prima do Rei Farouk I, do Egito.  

Clique especial em top baiana, depois o casamento real

O fotografo britânico, de origem peruana, Alexi Lubomirski acaba de ficar no olho do furacão da mídia mundial. Ex- discípulo do semideus da fotografia fashion Mario Testino, ele foi escolhido no fim da semana para fazer o álbum da cerimônia de casamento do Príncipe Harry com a atriz norte-americana Rachel Meghan Markle, marcado para dezenove de maio. 

Rebuliço é pouco, toda a mídia internacional que fala nas celebridades repete a informação desde a noite de sábado. Mas para a Bahia em especial fica o sucesso do editorial que, Alexi Lubomirski fez com a supermodelo baiana Adriana Lima, considerada a numero um na lista de faturamento entre as tops mundiais. A seqüência de fotos foi feita no ano passado, quando Adriana que mora no eixo Nova Iorque Los Angeles foi escolhida para ser o rosto da “Maybelline” a marca de cosméticos que pertence à gigante francesa “L’Oreal”.


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