Sobe para 11 o número de mortes por H1N1 na Bahia

A campanha nacional de vacinação contra a gripe começa na próxima segunda-feira (23) e vai até 1º de junho


Tribuna da Bahia, Salvador
18/04/2018 15:53 | Atualizado há 4 dias, 8 horas e 13 minutos

   
Foto: Divulgação

Por Jordânia Freitas

Subiu para 11 o número de mortos na Bahia este ano, em decorrência do vírus H1N1. A Secretaria de Saúde do Estado (Sesab) confirmou as novas mortes, mas não revelou em quais cidades os últimos sete óbitos ocorreram. Conforme a pasta, as informações serão divulgadas hoje, por meio de boletim epidemiológico. A última atualização da Sesab apontou 36 casos da doença, com 4 óbitos, sendo 3 na capital baiana e 1 em Lauro de Freitas.  A Campanha de Nacional de Vacinação contra a Gripe começa na próxima segunda-feira (23) e vai até 1º de junho. A meta é imunizar 90% do público-alvo, formado por 3,6 milhões de pessoas.

Idosos com mais de 60 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, gestantes, mulheres com até 45 dias pós-parto, trabalhadores da área de saúde, professores, detentos, profissionais do sistema prisional e indígenas compõem o grupo prioritário que deve receber a vacina. Segundo o Ministério da Saúde, os vírus de influenza que atualmente circulam no Brasil são o influenza A/H1N1pdm09, A/H3N2 e influenza B. A vacina contra gripe, protege contra esses três tipos de vírus.

O vírus influenza é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, tem evolução autolimitada. Porém, em alguns casos, pode evoluir para uma forma grave. Os vírus influenza são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirar.

Giovanna Orrico, infectologista do Hospital Santa Izabel, explica que não existe imunização permanente, por isso todos devem se vacinar a cada ano, principalmente os grupos prioritários. Quem não faz parte do público-alvo da campanha do Ministério da Saude pode se imunizar na rede particular. Laboratórios oferecem a vacina por R$100, em média.

Apesar de a vacina ser a forma mais eficaz de combater a doença, a especialista lembra que  lavar as mãos com água e sabão, depois usar álcool em gel, evitar aglomerações e lugares fechados, além de proteger o rosto ao tossir ou espirrar são formas de diminuir a disseminação do vírus. Manter uma boa alimentação e hidratação fortalece a imunidade e também ajuda o indivíduo a se proteger da doença.


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