Prefeitura envia para Câmara LDO de 2019 com receita de R$7,7 bi

A proposta prevê uma receita total de R$ 7,7 bilhões, com incremento da ordem de 5% em relação ao orçamento de 2018


Tribuna da Bahia, Salvador
16/05/2018 10:32 | Atualizado há 6 dias, 13 horas e 55 minutos

   

Da Redação

O prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), enviou, ontem, à Câmara Municipal o Projeto de Lei das Diretrizes Orçamentárias do município para o exercício 2019. A proposta prevê uma receita total de R$ 7,7 bilhões, com incremento da ordem de 5% em relação ao orçamento de 2018. De acordo com a prefeitura, do total, estão previstos investimentos da ordem de R$ 1,2 bilhão, que corresponde a um crescimento de 4% em relação à LOA de 2018 e representa 15,2% do total da receita estimada. “Isso só tem sido possível pela condição da saúde financeira do município, restabelecida e sustentada ao longo desses cinco anos, o que tem credenciado a contratação de operações de crédito junto a organismos financeiros nacionais e internacionais e a celebrar convênios e contratos de repasses particularmente como o governo federal”, afirmou ACM Neto, na mensagem. 

Ainda segundo a prefeitura, para o próximo exercício, estão previstos recursos da ordem de R$ 730 milhões originários de operações de crédito já assinadas ou em fase final de contratações para ainda este ano. Dentre estes investimentos, estão o financiamento do BRT, com a Caixa; o Prodetur e o novo Mané Dendê, com o BID; o Salvador Social, com o BIRD; e o Proquali (Programa de Requalificação Urbana de Salvador), com a Cooperação Andina de Fomento (CAF). Segundo o secretário municipal da Casa Civil, Luiz Carreira, as operações de crédito se somam aos recursos próprios e às transferências voluntárias da União, ampliando significativamente a capacidade de investimento do Município. De acordo com ele, a maior parte dos recursos será aplicado “nas áreas mais carentes da cidade”.

O titular da Casa Civil disse, ainda, que a taxa de investimento ficou em 15,2% e é “bastante expressiva”, diante da situação econômica da maioria dos municípios brasileiros. “Estes investimentos, assim como a saúde financeira do município, têm permitido, de um lado, a manutenção de um amplo programa de trabalho com recursos próprios do município e, de outro, alavancar recursos financeiros expressivos junto a instituições nacionais e internacionais de crédito para investimento nas áreas sociais e de infraestrutura urbana, assim como na modernização e fortalecimento da administração municipal”, ressaltou.

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