Valdemir Santana - Edição do dia 17/5

Campanha da poderosa “Arezzo”, em inglês, com Adriana Lima e polêmica


Tribuna da Bahia, Salvador
17/05/2018 08:48 | Atualizado há 5 dias, 15 horas e 14 minutos

   
Foto: Reprodução

A mais surpreendente campanha do cenário fashion de alto luxo de Nova York, que é lançada para a inauguração de uma loja, hoje, na região da Prince Street, no SoHo, deveria ser brasileira até a alma. Seria, se não houvesse um detalhe que chama a atenção da ala marrenta nas redes sócias. A loja é a “Schultz” da holding brasileira “Arezzo Group” e o rosto da marca é a supermodelo baiana Adriana Lima (foto), a top que mais fatura no mundo, segundo o site “models.com”. 

O detalhe que criou polêmica é que todos os principais textos nas redes sociais, até ontem, estavam em inglês. “Are you ready?”, disparou logo pela manhã a página “SchultzOfficial” no aplicativo Instagram. Um desafio tipo “você está pronto?”. Foram mais de 13 mil acessos e a primeira reclamação foi da mato-grossense Inez Smith, que não mora no Brasil.”Eu vejo isto em inglês por morar fora. Ou a Schultz só faz propaganda assim agora?” reclamou. 

Com polêmica irrelevante ou não, o que importa é que a partir da inauguração da loja de hoje, a segunda da “Schultz” nos Estados Unidos, o mundo fashion brasileiro ganha nova dimensão. Adriana Lima que nasceu em Salvador e mora entre Nova York e Miami, embora acostumada a fazer campanhas para marcas tops mundiais, como é o caso do destaque na “Vicotoria’s Secret”, líder mundial em lingerie de luxo, adorou o trabalho. “Sou fã da marca desde quando era jovem”, contou á revista “Vogue”.

Entre a cena artsy e o prestigiado mundo fashion

A cena artsy parece pequena para o talento do fotógrafo baiano Guto Esteves. Ele está com a lente no olho e uma pose pela frente há quase duas décadas, mas agora resolve investir em grande estilo na carreira de modelo. Anunciou esta semana que passa a fazer parte da cobiçada agencia de modelos “Way Model Management”. Não é pouca coisa. O cast da empresa está coalhado de estrelas como as gaúchas Alessandra Ambrósio, Carol Trentini e Shirley Malmann. Sem falar que o catarinense Marlon Teixeira, numero um do mundo, e a sul africana Candice Swanepoel também estão .

Se o rosto do rapaz parece conhecido, vale lembrar que ele apareceu, na edição de ontem no meio de uma festa de malhadões da confraria fitness “Mahamudra Brasil”. Participação discreta, mas uma boa lente ajuda a identificar. 

Magnata da “Copenhagen” faz festa com Ivete e pó de ouro em chocolate

A apoteose de chocolate na Páscoa brasileira deixou de ser a mesma depois que o poderoso magnata paulista Celso Ricardo de Moraes começou a comemorar, este ano, os 90 anos de sua preciosa marca “Kopenhagen”. O auge das comemorações é a festa da terça feira, dia 22, para setecentos convidados. A baiana Ivete Sangalo teria sido contratada como a grande atração. Vai cantar e tocar piano, que provavelmente é o do dono, da marca japonesa “Kawai”.  

Além de Ivete Sangalo a festa oferece aos setecentos convidados um chocolate muito especial. É o macio e singular clássico “Língua de Gato”, copiado da tradição alemã, mas que neste caso é coberto com pó de ouro. Quem descobriu a nova festa foi a “Veja São Paulo”. Numa reportagem assinada por Ana Carolina Soares, publicada ontem à noite, ela contou que o local vai ser o “033 Rooftop”.

Para quem não conhece vale explicar que o espaço tem a pegada nova-iorquina Industrial chic, da região portuária da metrópole norte-americana. Quanto ao anfitrião, Celso Ricardo de Moraes, é um dos homens de ouro do world business no Brasil. Comprou a “Kopenhagen” em 1998, e dinamizou o projeto criado pelo casal de emigrantes bálticos David e Anna Kopenhagen que trocaram a Letônia pelo Brasil

Virginia retorna de Paris e canta no circuito paulista 

A glória da baiana Virgínia Rodrigues, a cantora brasileira com uma carreira internacional singular entre as cenas popular e erudita, continua intensa fora da Bahia.  Ela retorna da Europa, quando teve novamente Paris aos pés dela, com a apresentação de abril no teatro “Jacques Chirac” do “Musée du quai Branly", e na próxima semana retorna às comemorações dos seus vinte anos de carreira. Segue o prestigiado circuito cultural dos espaços “Sesc”, com  apresentações na sexta, 25, no reduto Cult do “Sesc Vila Mariana” e na noite seguinte, 26, “Sesc Santo André”.

Como a coluna já detalhou, Virginia Rodrigues trabalhava como manicure em Salvador e foi descoberta pelo maestro Keiler Rego, cantando musica sacra nos concertos oratórios.

Sopros e cordas, com apoteose de violinos no Pelourinho 

A apoteose dos violinos, são seis deles, chama a atenção no conjunto de sopro e cordas do “Grupo TCA Instrumental” que volta a incrementar o projeto “Segundas Concertantes” no dia 21. Mais uma vez a apresentação é na “Escola de Dança” da Fundação Cultural do Estado, no Pelourinho, centro histórico. O grupo é formado  pelos violonistas  Ana Zanata, Antônio Amorim, Daniel Aly, Danilo Lopes de Oliveira, Diogo Pimentel  e Junio Santana e o contrabaixista Rodolfo Lima, a oboísta Sandra Romero e o trombonista Stephan Sanches. 

A apresentação, gratuita, começa ás 2 h da tarde. Vale chamar a atenção para o projeto da “Escola de Dança” singular no Brasil e criada há mais de dez anos seguindo o modelo de formação geral do sistema de educação artística da Rússia.

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