Valdemir Santana - Edição do dia 12/6

Cinema índie mostra o mito Smetak em festival internacional


Tribuna da Bahia, Salvador
12/06/2018 08:15 | Atualizado há 12 dias, 16 horas e 31 minutos

   
Foto: Reprodução

Três cineastas de vanguarda de Salvador, os baianos Simone Dourado e Mateus Dantas, e o belga Nicolas Hallet ( foto) criam hoje no Paraná, durante o gigante “Olhar de Cinema”, o “Festival Internacional de Curitiba” um momento especial de reflexão sobre a música experimental do mundo. É a exibição do longa metragem “Smetak”, no “Cineplax Batel", da Capital. O festival que celebra a musica independente mundial, termina quinta feira, dia 14. 

Na versão deste ano o “Olhar de Cinema” teve mais de cento e cinqüenta filmes de quarenta e dois países. Embora o filme “Smetak” não seja uma cinebiografia, foi produzido a partir de pesquisas sobre o musico suíço Anton Walter Smetak que viveu em Salvador, foi professor, e é até hoje considerado uma espécie de guru para celebridades como os músicos Tom Zé, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Smetak morreu em 1984.

Walter Smetak atuou na icônica escola de música da “Universidade Federal da Bahia” e deixou o mundo intrigado com as incríveis pesquisas e produções de conceito esotérico, baseadas na chamada música microtonal, descrita tecnicamente como notas menores do que um semitom.

Canto e dança da Bahia agitam o bairro Soho de Nova York 

Quem promete muito agito e animação no vanguardista Soho de Nova York é a dançarina e cantora baiana Silvana Magda. Ela acaba de confirmar apresentação especial com dois shows numa noite só, no icônico espaço “Sob’s” da Warick Street para o dia 18 de agosto. O local criado há mais de trinta anos é referencia mundial para a chamada musica da diáspora dos países afro-americanos. Na noite agitada, há a confirmação também da “Banda Katendê" e do grupo de bailarinos do “Viva Brazil Dancers”. 

Silvana Magda nasceu em Salvador, fez turnês mundiais com o grupo de dança “Viva Bahia” e ao se mudar para os Estados Unidos, nos anos 1980, investiu na divulgação e produção de espetáculos ligados à cultura brasileira.  Ela criou a famosa festa “lavagem da Rua 46”, em Nova York, e atualmente produz eventos culturais em Nova Jersey, estado vizinho a Nova York.

Pietro Baltazar volta a posar para a elite fashion européia 

A carreira internacional do modelo baiano Pietro Baltazar parece se alongar sem limites pela Europa a fora. Duas semanas depois que o rapaz apareceu nas mídias sociais exibindo performances em Cannes, na Riviera Francesa, participando de uma produção para a prestigiada revista francesa “Vogue Homme”, novas fotos acabam de ser divulgadas. 

Desta vez as fotos de Pietro Baltazar foram divulgadas, ontem, pela agencia francesa “Next Models Paris”, mas sem detalhar o destino da produção. O que não quer dizer que tenha sido uns cliquezinhos à toa. São nada menos que fotos produzidas pela dupla estreladíssima formada por Matthieu Dortomb e Cynthia Dulau, ambos acostumados a assinar capaz de revistas do primeiro nível.

Pietro Baltazar já foi citado em algumas notas publicadas em Boa Terra, incluindo de produções feitas em Salvador. Além do cenário fashion ele ficou conhecido na ferveção do show business por participar de produções ao lado das cantoras Anitta Machado e Pabllo Vittar. 

Turbante de Tereza Paim na tarde do Grande Premio  

A restauratrice baiana Tereza Paim dispensou o mais tradicional acessório da realeza e, em vez de usar chapéu, foi para a tarde elegante do “Grande Prêmio Brasil” usando um turbante colorido. Mais o importante é que não destoou do dress code quase obrigatório para as mulheres que vão à principal corrida de cavalos do país, disputada no Hipódromo da Gávea, do Rio de Janeiro.

Afinal a dona do restaurante “Casa da Tereza”’, de Salvador, estava no local como convidada especial do chef acreano Deocleciano Brito para compor a equipe de alta gastronomia. Ao lado deles, também as chefes Monica Rangel do badalado “Gosto com Gosto”, e Daniela Martins do estrelado “Lá em Casa” de Belém do Pará.

Ação social inspirada na Bahia, levada a debate no Vaticano 

Nem só de danças, batuques e agitos populares vive a cultura popular surgida em Salvador. O baiano José Virgílio Leal de Figueiredo migrou de trabalhos com estrelas do show business nacional que desenvolveu quando morada na Bahia, para ações de amparo sociais depois de se mudar para o litoral paulista e se tornar líder comunitário, agora é uma referencia nacional em idéias para combater a fome. E participa de debates programados sobre o assunto, no Vaticano, a partir do dia 27.

Formado em administração de empresas em Salvador, José Virgilio começou a vida profissional em atuações junto a entidades culturais de Salvador, como a “Escola Criativa Olodum”’ do “Grupo Olodum”, de Salvador, e trabalhou na produção de cantores famosos, como Gilberto Gil e Ivete Sangalo. A mudança para São Paulo o levou a atuar na área social, como líder comunitário em Santos, onde criou o ”Projeto Arte do Dique”, na região do “Dique da Vila Gilda”. 

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